Risco técnico
Um formulário não constitui, sozinho, um sistema de acompanhamento.
Separar interface e registro
A aplicação orientou a execução enquanto a estrutura de dados preservou histórico e rastreabilidade.
CASE 04 / SISVE: gestão de auditorias e ações
Projetei o SISVE para conectar auditoria, registro, desvio, tarefa, ação e avaliação de eficácia em 16 processos. Power Apps orienta a execução; SharePoint preserva evidências e histórico; Power Automate e Planner ligam responsáveis e prazos; Qlik Sense reúne a análise por processo.
04.1 / Contexto
Auditorias, registros, ações e visão gerencial existiam como etapas separadas. O problema central era preservar a ligação entre o que foi observado, quem assumiu a ação, qual prazo foi definido, que evidência registrou a execução e como eficácia e recorrência seriam avaliadas depois da conclusão da tarefa.
O ponto crítico era a passagem entre registro, responsabilidade e acompanhamento. Sem essa ligação, a auditoria e a tratativa apareciam como etapas desconectadas, mesmo quando existiam registros digitais.
Auditoria, execução de ações e análise gerencial precisavam compartilhar um histórico rastreável. A conclusão de uma tarefa precisava permanecer distinta da avaliação de sua eficácia.
04.2 / Desenvolvimento
A arquitetura separou interface, registro, automação, execução e análise. Power Apps orientou a auditoria; SharePoint reteve registros, evidências e histórico; Power Automate conectou notificações e integrações; Planner tornou responsáveis e prazos operacionais; e Qlik Sense relacionou auditorias, não conformidades e ações para leitura dos 16 processos.
Power Apps — execução estruturada
SharePoint — evidência e histórico
Início da tratativa rastreável
Planner — responsáveis e prazos
Power Automate — notificações e integração
Eficácia e recorrência após a ação
Qlik Sense — leitura dos 16 processos
↺ O histórico de eficácia e recorrência orienta a análise das próximas auditorias.
Selecione uma etapa para acompanhar seu papel no fluxo.
← Arraste horizontalmente para percorrer o diagrama →
04.3 / Decisões de projeto
A divisão de papéis entre aplicações preservou a rastreabilidade.
Risco técnico
Um formulário não constitui, sozinho, um sistema de acompanhamento.
A aplicação orientou a execução enquanto a estrutura de dados preservou histórico e rastreabilidade.
Risco técnico
Ações sem responsável e prazo explícitos perdem continuidade.
Automações criaram e atualizaram atividades, mantendo prazos e responsáveis visíveis.
Risco técnico
Encerrar uma tarefa não comprova que a causa foi eliminada.
A visão no Qlik Sense permitiu acompanhar auditorias, não conformidades, ações e padrões por processo.
Power Apps orientou a execução da auditoria; SharePoint reuniu registros, evidências e histórico.
Power Automate apoiou notificações e integrações; Planner tornou as atividades, os responsáveis e os prazos visíveis.
Qlik Sense reuniu auditorias, não conformidades e ações para leitura de eficácia, recorrência e padrões nos 16 processos abrangidos.
04.4 / Evidência e efeito
O SISVE estruturou a relação entre execução, responsabilidade, prazo, evidência e avaliação dos resultados. O alcance de 16 processos descreve a abrangência do sistema, não uma redução medida de não conformidades.
Verificação / interpretação da evidência
Os 16 processos representam a cobertura do SISVE. O resultado documentado é a conexão entre registro, ação e avaliação; não uma redução percentual de não conformidades.
O ciclo se fecha na análise da eficácia e da recorrência. O histórico alimenta a leitura das próximas auditorias, em vez de tratar cada registro como um evento isolado.
Não são publicados índices de recorrência, prazos de encerramento ou bases internas. A abrangência do sistema não é convertida em ganhos quantitativos não medidos.
04.5 / Síntese
Concluir uma tarefa não comprova eficácia. Separar interface, registro, automação, execução e análise preservou a ligação entre a auditoria, a ação e a avaliação posterior de recorrência.